OpenAI · 2026
OpenAI no Lollapalooza Brasil
Levando o ChatGPT para o mundo físico.
No Lollapalooza Brasil, trabalhei em uma cabine de fotos generativa e em um assistente por telefone que entendia onde estava dentro do festival.

OpenAI
Creative Tech Designer
Tecnologia criativa, Design de experiência, Design conversacional
2026
01O ponto de partida
Levar o ChatGPT para o meio de um festival
A OpenAI chegou ao Lollapalooza Brasil 2026 como guia oficial de IA do festival. Em sua primeira ativação de marketing no Brasil, a empresa queria mostrar geração de imagens e conversa em tempo real por meio de uma experiência física dentro do Lolla Lounge.
OpenAI, Fuse e Bolha trabalharam juntas em duas experiências. As cabines transformavam retratos em cartelas impressas com quatro imagens estilizadas. Um orelhão vermelho conectava o público a um assistente de voz capaz de responder perguntas sobre o festival.
Os gestos eram conhecidos de propósito: tirar uma foto, pegar o telefone, girar o disco. Dava para entender o que fazer antes mesmo de a IA entrar na experiência.

02Como participei
Conectar software, hardware e informação ao vivo
Entrei no projeto pela Bolha como Creative Tech Designer, com responsabilidades nas duas instalações.
Nas cabines, trabalhei diretamente com o time da OpenAI na adaptação do software para o Brasil e na implementação no espaço do evento. Conectei câmera, WebUI de captura e impressora num fluxo curto que funcionasse tanto para o público quanto para a operação.
No orelhão, trabalhei na interação, no comportamento conversacional e nas ferramentas que mantinham cada resposta ligada ao que estava acontecendo no festival. O restante do time desenvolveu o hardware físico e técnico. Meu foco estava em como o assistente ouvia, respondia e usava informações atualizadas durante uma ligação.
03Cabine de fotos
Uma lembrança em quatro fotos e poucos passos
A pessoa entrava na frente da câmera, seguia um fluxo curto na WebUI e recebia uma cartela estilizada com quatro imagens, impressa pouco depois.
Trabalhei em cada passagem dessa sequência, adaptando o software para o Brasil e para a câmera e a impressora que tínhamos no espaço. Cada etapa precisava entregar algo útil para a próxima: uma captura válida, uma transformação concluída e um pedido de impressão que a operação conseguisse acompanhar.
Fila de festival deixa qualquer demora à mostra. A interface precisava andar rápido sem atropelar a pessoa, e a equipe precisava perceber uma falha de captura ou impressão antes que ela confundisse quem vinha depois.

04Orelhão
Um guia do festival para ligar e perguntar
A experiência começava com um gesto conhecido: tirar o telefone do gancho e falar. Quem quisesse também podia girar o disco analógico para acionar uma pergunta preparada. Do outro lado, havia um assistente que conhecia os artistas, a programação e sabia onde o orelhão estava dentro do festival.
A conversa precisava funcionar pelo ouvido. As respostas tinham que ser curtas o bastante para acompanhar pelo telefone e específicas o bastante para ajudar alguém a decidir para onde ir em seguida.
Isso fazia do tom e do tempo escolhas práticas de design. Uma resposta útil no lounge pedia um ritmo bem diferente do texto para tela.

05Contexto ao vivo
Cada resposta precisava saber onde e quando
Ajudei a definir as ferramentas usadas pelo assistente para consultar um conjunto de informações do festival que mudava ao longo do dia.
Pelo horário, o sistema sabia quais shows já tinham acabado, quais estavam acontecendo e quais ainda vinham pela frente. A localização do orelhão dava um ponto de partida confiável para perguntas sobre caminho e distância. Atualizações feitas durante o festival podiam mudar uma recomendação ou acrescentar contexto sem exigir que a conversa inteira fosse refeita.
A adaptação para o Brasil cobria o idioma, o tom e o jeito prático como as pessoas perguntam sobre palcos, artistas, horários e caminhos no meio de um festival de música brasileiro.
06Onde chegou
Dois gestos conhecidos dentro do Lolla Lounge
As duas instalações funcionaram dentro do Lolla Lounge durante o festival. As cabines produziam cartelas impressas com os retratos, enquanto o orelhão vermelho respondia perguntas ao vivo sobre a programação e o espaço. A Bolha cuidou da produção e da operação no local.
Meu trabalho estava nas conexões entre o software da OpenAI, a câmera e a impressora locais, as ferramentas de conversa e o contexto atualizado do evento. Para o público, bastava tirar uma foto ou fazer uma ligação. Por trás de cada gesto, o fluxo de operação precisava continuar funcionando enquanto o festival seguia em movimento.
07O que ficou
Tudo ao redor do modelo também fazia parte da interface
A experiência passava por câmeras, impressoras, o telefone, os dados do evento e as ferramentas usadas pela equipe para manter tudo rodando. Para funcionar como experiência, o modelo precisava estar integrado a tudo isso.
A maior parte da minha contribuição estava nas conexões entre essas partes. Conectei o software da OpenAI aos equipamentos do espaço, defini como a conversa acessava informações atualizadas e acompanhei o protótipo nas condições reais do festival.
Quando essas conexões funcionavam, a tecnologia podia ficar por trás de duas ações que todo mundo já conhecia: tirar uma foto e fazer uma ligação.
Leia mais
Outros registros da ativação
A página do projeto reúne as instalações, o escopo de produção e a experiência do público.
(abre em uma nova aba)Guia do festivalLollapalooza Brasil 2026 no ChatGPTO ChatGPT personalizado criado como guia oficial de IA do festival.
(abre em uma nova aba)ReportagemCBN: Orelhão do GPTUma reportagem sobre a experiência pública com o telefone durante o festival.
(abre em uma nova aba)CampanhaMeio & Mensagem: um agente pessoal para o festivalComo o ChatGPT virou um guia de horários e recomendações, além de fazer parte da ativação no local.
(abre em uma nova aba)NegóciosTimes Brasil: a primeira campanha da OpenAI no BrasilO contexto do lançamento e a proposta de levar o ChatGPT para um evento cultural.
(abre em uma nova aba)Reportagem em inglêsValor International: OpenAI encontra a música brasileiraUm olhar em inglês sobre a campanha e sua relação com o público jovem brasileiro.
(abre em uma nova aba)Créditos
Cliente e plataformaOpenAI
Creative Tech DesignerCadu Fantin
Tecnologia criativa, produção e operaçãoBolha
Colaboração no projetoFuse
FestivalLollapalooza Brasil